País
"Não existem justificações plausíveis para abandonar um animal". Associações lançam alerta em período de férias
Os meses de verão, especialmente julho e agosto, continuam a ser a altura do ano com maior número de abandono animal. Nos primeiros seis meses do ano foram abandonados 159 animais, segundo a GNR.
As associações realçam que apoios do Estado poderiam ajudar a prevenir o abandono, permitindo às famílias suportar os custos de alimentação e veterinários. Este sábado assinala-se o Dia Internacional do Animal Abandonado.
Sílvia Landolt, da associação sem fins lucrativos Animalife, fala num tema “delicado em Portugal”, onde o número de abandonos continua muito elevado.
Em entrevista à RTP, explicou que seria importante fazer mais campanhas para ajudar associações, já que estas se encontram “completamente assoberbadas de animais” e já “não têm mais espaço”. A Animalife faz prevenção do abandono, ajudando famílias em situação de vulnerabilidade, fornecendo alimentação e tratamentos veterinários.
Sílvia Landolt explicou que os motivos mais frequentes apontados pelas pessoas que abandonam animais ou os entregam a associações são mudanças de casa, referindo que “o senhorio não permite ter animais”, ou familiares doentes que já não podem cuidar dos animais.
No entanto, “não existem justificações plausíveis para abandonar um animal”, considerou.
Entre 2024 e o primeiro semestre de 2026, a GNR registou de mais de 2.400 crimes e deteve 28 pessoas em todo o território nacional por maus-tratos ou abandono de animais de companhia. “Abandono nunca poderá ser encarado como uma solução”
Os meses de julho e agosto concentram o maior número de ocorrências, com uma média de 142 casos, realidade frequentemente associada às deslocações e ausências prolongadas durante as férias.
“Atendendo a que o período de verão corresponde, tradicionalmente, à época do ano em que se verifica um maior número de casos de abandono de animais de companhia, a GNR relembra que a adoção constitui um compromisso permanente, pelo que o abandono nunca poderá ser encarado como uma solução”, refere a Guarda no seu site.
A GNR salienta que, perante a impossibilidade temporária de manter o animal durante as férias, “existem atualmente alternativas seguras (como alojamentos próprios ou apoio familiar), não sendo o abandono uma opção aceitável”.
Os distritos com maior incidência de crimes de abandono e maus-tratos são os distritos de Braga, Setúbal, Porto e Lisboa, refletindo também a densidade demográfica destas regiões.
Sílvia Landolt, da associação sem fins lucrativos Animalife, fala num tema “delicado em Portugal”, onde o número de abandonos continua muito elevado.
Em entrevista à RTP, explicou que seria importante fazer mais campanhas para ajudar associações, já que estas se encontram “completamente assoberbadas de animais” e já “não têm mais espaço”. A Animalife faz prevenção do abandono, ajudando famílias em situação de vulnerabilidade, fornecendo alimentação e tratamentos veterinários.
Sílvia Landolt explicou que os motivos mais frequentes apontados pelas pessoas que abandonam animais ou os entregam a associações são mudanças de casa, referindo que “o senhorio não permite ter animais”, ou familiares doentes que já não podem cuidar dos animais.
No entanto, “não existem justificações plausíveis para abandonar um animal”, considerou.
Entre 2024 e o primeiro semestre de 2026, a GNR registou de mais de 2.400 crimes e deteve 28 pessoas em todo o território nacional por maus-tratos ou abandono de animais de companhia. “Abandono nunca poderá ser encarado como uma solução”
Os meses de julho e agosto concentram o maior número de ocorrências, com uma média de 142 casos, realidade frequentemente associada às deslocações e ausências prolongadas durante as férias.
“Atendendo a que o período de verão corresponde, tradicionalmente, à época do ano em que se verifica um maior número de casos de abandono de animais de companhia, a GNR relembra que a adoção constitui um compromisso permanente, pelo que o abandono nunca poderá ser encarado como uma solução”, refere a Guarda no seu site.
A GNR salienta que, perante a impossibilidade temporária de manter o animal durante as férias, “existem atualmente alternativas seguras (como alojamentos próprios ou apoio familiar), não sendo o abandono uma opção aceitável”.
Os distritos com maior incidência de crimes de abandono e maus-tratos são os distritos de Braga, Setúbal, Porto e Lisboa, refletindo também a densidade demográfica destas regiões.